16 de abr de 2011

Entrevista com Anna Torv sobre o final da Temporada



Estamos na reta final da 3ª Temporada e o número de perguntas só aumentam. Por isso, a Pop Wrap entrevistou Anna Torv, onde é abordada a gravidez de Bolivia, o último episódio dessa temporada e o fim de um universo.

PW: Da aceleração da gravidez até o salto entre universos, Fringe teve muito com o que trabalhar este ano. O que você achou da temporada?

Anna: Tive tanta diversão nesta temporada. Sou tão grata por tudo o que os roteiristas deram para Olivia. Você quer estar engajada quando você está no trabalho e eu estou completamente mergulhada nele. Nos meus sonhos mais selvagens eu nunca pensei que um show pudesse me dar tanto para usar.

PW: Bastante, literalmente, em alguns casos quando ambas as Olivias estão no mesmo episódio.

Anna: [risos] Eu sei! Estou animada que ambas estão vivas. Eu não sabia o quão longe isto iria – eles não nos dizem nada, então, no começo da temporada eu não sabia se fazer duas Olivias seria uma coisa pequena ou não. Eu acho que eles provavelmente estavam esperando para ver qual seria a reação. Os produtores têm as suas orelhas no chão e são absolutamente influenciados pelos fãs.

PW: Então eles levaram a um outro nível e fizeram Olivia interpretar William Bell.

Anna: Sim… eu não pedi por esta! [risos] Eu fiquei petrificada e ainda não assisti a este episódio ainda. Eu vou esperar até a temporada acabar para olhar para isso, porque eu não sei como irei me sentir sobre isso. Digo, o que você fez? Eu simplesmente pisei nos dois personagens, não acho que houvesse uma outra opção.

PW: O episódio desta noite começa onde o último parou neste universo, com William não sendo capaz de deixar o corpo de Olivia, certo?

Anna: Sim, quando nós voltarmos William ainda estará lá. Essencialmente nos demos conta que Olivia está presa e as perguntas são feitas, “como nós trazemos ela de volta?” Então, Peter e Walter entram no subconsciente de Olivia em uma tentativa de trazê-la de volta. É um conceito realmente bom e eu estou interessada em ver como se parece a mente de Olivia, já que eu não estive no set.

PW: Em paralelo, Bolívia teve um bebê. Ter um bebê com alguém em outro universo altera o jeito que ela vê a sua destruição?

Anna: Sim, sem dúvida. E não somente a criança, mas nós vemos isto quando ela retornou após se apaixonar por Peter. Acho que ela se deu conta: “o que nos disseram não era totalmente verdade. Eles também são boas pessoas no mundo alternativo”.

PW: E como a personagem, se tornar mãe, muda ela?

Anna: Isto foi interessante, porque eu senti que teria um sentido melhor sobre como a maternidade mudaria a nossa Olivia. Tenho interpretado ela por tanto tempo, eu acho que sei como ter um bebê mudaria o seu jeito de ver o mundo. Eu não estava tão certa como seria com Bolivia ou como o bebê se encaixaria nela. Digo, como ela colocaria este estilingue em seu coldre! [risos] Tem essa mulher que nós trabalhamos e um dia o seu filho simplesmente aparece e então “Puxa Vida! Você é uma mãe!” Isto se torna um pouco compartimentalizado e eu acho que é assim que Bolivia lida com isso. Quando ela está com o bebê, ela está com o bebê, mas quando ela está no trabalho, não tem bebê. Se tornar uma mãe nem sempre muda todos os aspectos de sua personalidade. Ela sempre foi uma protetora e isto nunca mudará nela. É certamente uma extensão disso.

PW: Lincoln não guardou segredo sobre o seu desejo de ajudá-la a criar o bebê – isto é algo que ela vai desenvolver?

Anna: Não existe uma grande relação entre eles dois – Eu acho que Bolivia tem muito em suas mãos, então ela não está tentando começar alguma coisa neste momento [risos].

PW: O que te excita sobre os últimos quatro episódios da temporada?

Anna: Eles são realmente estimulantes – nós movemos muito rápido. Tem tanta história vindo aí, e esta é outra coisa que eu amo no show. Eles têm um jeito realmente elegante de manter a audiência na sombra, então você nunca quer perder um episódio porque existem dribles consistentes de informações. Então, de repente, bang-bang-bang, uma revelação atrás de outra. Eu gosto que a passada muda de direção um pouco, porque quando você cai em um falso senso de calmaria, nós te pegamos e damos um choque.

PW: A finale do último ano foi realmente uma mudança de rumos – como comparar com a deste ano?

Anna: É tão grande quanto... Eu não pude acreditar para onde a finale vai – estou totalmente sem palavras. Eu chamei Jeff Pinker & Joel Wyman [produtores executivos] e disse “Meus Deus! O que isto significa?!?!”

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