29 de jul de 2011

A Ciência de Fringe (1ª Temporada) - Inteligência Artificial (Capítulo 3)


A Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência que se utiliza de meios de dispositivos informatizados, eletrônicos e/ou digitais que sejam autônomos a fim de que tais possam agir, raciocinar, interagir e sentir de forma natural e/ou espontânea. Confuso não é mesmo? Pois bem, vamos resumir, são computadores ou máquinas que sejam inteligentes o suficiente para serem capazes de fazer algo sozinho, imitando o pensamento humano e em muitas vezes para substituição dos mesmos. Ficou mais claro não é mesmo?


História

Os estudos da IA foram iniciados nos anos 40 e aperfeiçoados durante a Segunda Guerra Mundial, quando os soldados acharam que as armas estavam muito dependentes e exigiam muito esforço humano, queriam armas mais leves que não fossem tão dependentes de operacionalização, entra aí o primeiro passo da IA, a automatização. Com o passar do tempo, os estudos voltaram-se a imitação do pensamento e forma humana, os especialistas buscavam maneiras de imitar a forma de pensar e o jeito de agir do ser humano, as rede neurais, os movimentos de pés e mãos, locomoção, entre outros. Tanto que neste período de grande fascínio, surge o famoso personagem “Frankenstein“ da escritora Mary Shelley (sim aquele verde dos desenhos na animados), o personagem era a junção de varias partes de outras pessoas com outros “equipamentos”, era visão futurística de robótica.


Atualmente o uso da IA está relacionado mais a área da robótica, presente no cotidiano moderno, seja em videogames (já jogaram WII?), na indústria (principalmente automotiva), na medicina, como apoio médico (Nada substitui as enfermeiras, ok?), entre muitas outras. De fato, o objetivo inicial que era a de imitação (e até superação) humana, caminha a passos lentos, ou alguém aí já viu algum robozinho ou algo do tipo caminhando e dando “tchauzinho” por aí? Acho que não, mas ia ser legal, não é mesmo?


O tema é tratado como dilema e gera muita especulação e curiosidade, exibido de diversas formas em seriados de televisão (Ó Fringe aqui), desenhos e filmes. No cinema, já foi retratado por inúmeros tipos e estilos de filmes, como: “Matrix”, “O Exterminador do Futuro”, ”Eu, Robô”, “O Homem Bicentenário”, “Star Wars”, mas há um filme em especial que resume bem este objetivo da “cachola” humana e teve grande repercurção e que recebe o nome do próprio tema, “A.I. - Inteligência Artificial” de Steven Spielberg (Quem nunca viu e quase chorou?), no filme máquinas e humanos se confundem, ainda que tratados com certa inferioridade, os mesmo são tidos como natural. De fato, o objetivo era e ainda é de transformar máquinas em “humanos”, talvez não cheguem a ser exatamente iguais, mas com consciência e inteligência próprias, e convenhamos, inteligência nos dias de hoje, não iria nada mal, hein!




O 4º capítulo será Nanotecnologia!

E você acredita que um dia poderemos conseguir transformar robôs em quase-humanos? Não deixe de opinar.

3 teorias:

Paulo André. disse... [Responder Comentário]

Muito bom, Marcel! Como comentei, daqui pro final destas explicações dos 'tópicos' de abertura da vinheta, eu já vou virar cientista. Sempre curti ciências, avanços tecnológicos, o funcionamento da mente, que ainda é um mistério, não é? Enfim, parabéns pelo post!

Marcel disse... [Responder Comentário]

Eu coloquei o trailer de A.I. por que achei que lembra muito Fringe

PH disse... [Responder Comentário]

Gostei de ver Frankenstein nesse meio. Bom post.

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