27 de jul de 2011

A Ciência de Fringe (1ª temporada) - Teletransporte / Capítulo 02



E o 2º capítulo da série "A Ciência de Fringe" é o tema Teletransporte. Para ler o 1º capítulo da série, clique aqui.

Teletransporte (Teleportation)

Em alguns episódios da 1ª temporada de Fringe ocorreram alguns teletransportes, em destaque, ao que vai ser discorrido aqui e o que mais se assemelha, foi o teletransporte do episódio 1x14 “Ability”.


Existem dois tipos de teletransporte em discussão, estudo, são eles: O teletransporte de um objeto/massa e o teletransporte quântico. E também há suas diferenças. O teletransporte quântico trata-se do envio de informações a partir de um aparato experimental para um local premeditado, cientistas usam como experimentos elétrons ou fótons, basicamente, seria como o elétron X conte-se certas informações e as repassassem para o elétron Y, e por fim, o elétron Y se modificasse (e tomasse uma forma idêntica ao elétron X) após receber está informação sem que houvesse interação, ou seja, isso acontecesse em uma certa distância.

Mas vamos ao o que interessa; o teletransporte de massa! Trata-se teoricamente de uma desmaterialização do objeto a ser teletransportado, em seguida o mesmo virar energia, acarretando assim o envio dela, não importando tempo e espaço, e de forma instantânea esse objeto seria reconstituído chegando na localidade em questão. Este processo é baseado também pela famosa fórmula conhecida de Einstein E=MC² que conceitua que toda massa possui sua energia.

Luc Montagnier, ganhador do Prêmio Nobel de 2008, afirma que uma molécula de DNA pode ser teletransportada. O mesmo fez um experimento, que segundo ele, aconteceu de um DNA teletransportar-se - depois de algumas horas - de um tubo de ensaio para o outro, onde este segundo continha água dentro. Sendo que para alguns, o que houve foi apenas uma contaminação da bactéria para o outro tubo.

Bem, falemos então do teletransporte humano. Aí que tudo se complica – se é que já não estava anteriormente – cientistas teriam que desenvolver uma máquina que identificasse todos os 7x10^27 átomos da pessoa que iria se teletransportar (aproximadamente, depende do peso da pessoa) e finalmente a máquina teria que enviar toda essa “leitura corpórea” para o lugar onde o sujeito seria encaminhado, e assim, ser reconstituído com muita precisão, caso contrário, a pessoa poderia ter sequelas, sejam fisios e/ou neuras. E ah! Também teriam que fazer tudo isto na velocidade da luz.


Lembremos novamente do nosso amigo Jones e o seu estado pós-teletransporte.

- Vídeo explicando basicamente o teletransporte:


Bem, como foi visto, os cientistas rastejam na questão de teletransporte e claramente, a viabilidade de isto vir a dar certo, ou melhor, vir a ter um aparato final, está meio longe. Tendo em vista que átomos têm suas particularidades – apesar do pouco tamanho – imaginem então o corpo de um ser humano! Para desenvolver algo que não agredisse a estrutura corporal de uma pessoa isto se levaria anos. Dificilmente terão cobaias para isto. Então nos conformemos com motos, carros, aviões e/ou qualquer outro meio de locomoção.


O 3º capítulo será sobre Inteligência Artificial.

E você, o que acha do teletransporte?

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